| Um tempo de muita sorte. |
terça-feira, agosto 10, 2010
de um antigo livro de cabeceira,
O bom mesmo, às vezes, mesmo que seja as vezes, é a gente ler,
"Yes, I need somenthing
I always need something
If it`s a love
Or if it´s a drink
Oh hell, I don´t know
I just need something.
Tá faltando alguma coisa
Sempre tá faltando alguma coisa
Se é de mudança
Se é de esperança
Ó inferno, não sei
Só sei que tá faltando alguma coisa
Essa insatisfação que a gente sente
Ou a solidão permanente
Tem que estar faltando alguma coisa"
Raúl Seixas
"Yes, I need somenthing
I always need something
If it`s a love
Or if it´s a drink
Oh hell, I don´t know
I just need something.
Tá faltando alguma coisa
Sempre tá faltando alguma coisa
Se é de mudança
Se é de esperança
Ó inferno, não sei
Só sei que tá faltando alguma coisa
Essa insatisfação que a gente sente
Ou a solidão permanente
Tem que estar faltando alguma coisa"
Raúl Seixas
quinta-feira, agosto 05, 2010
meu querido Raúl,
desconfio dessa liberdade que é tão afirmada.Somos apenas.Sejamos simples, não precisamos guardar palavras e esconder rostos. A verdade é a maior liberdade que sou capaz de enxergar. E acredito que você também pense assim.Dentro da verdade, passo a passo, vou descobrindo e redescobrindo todas as minhas imperfeições e tateando a mudança do mundo.É engraçado como preferimos a hipocrisia. Tive uma crise de risos e tomei uma taça de sangria sozinha, meu velho amigo. Penso nas mentiras que contamos a nós mesmos.
quarta-feira, agosto 04, 2010
do teu pão de cada dia
Acho que não tenho direito algum.Mas acredito que o direito venha do que se sente.
Quero acreditar que tenho direito pelo o que sentimos.Ainda não dissse pelo que já. Pelo o que um dia será jaz.Pelo que,assumidamente tenho vergonha,de não querer mais sentir.
Era uma adoração inócua,inexplicável,trabalhada a mão,a muitas mãos,de muitos,ambos defeitos.E toda aquela sua preponderância,não era capaz de desfazer toda a sua perfeição.
Entraste,conheceste cada canto absolutamente milimétrico de cada entranha defeituosa,de toda as nossas estruturas.Não éramos 1,éramos toda uma cadeia viva.E somos!Sempre Seremos.
Portas são muros de confiança,que só o amor é capaz de transpor.
Eu senti muito medo.Medo daquela figura,que não tenho medo de dizer,tão amada,se desfazer.Me causando um sentimento tão pobre como não suportar a sua felicidade.Como ter vontade de picar em pedacinhos cada letra radiante do teu dia a dia.Não quero esse medo.Não quero sentir o cheiro do gosto que tem.Odeio café pequeno.
Entendo,entendo a batida nova de cada coração pulsante,entendo de novas chaves em novas portas,de novas oportunidades,de correr novos riscos para encontrarmos o pequeno movimento que nos encaixamos no universo para a conquista do que encaramos como felicidade.Somos livres,sei,bem sei.Ou achamos que somos.
Quem sou eu pra dizer que não tens o direito de fechar uma nova porta?Mas há,e quem somos nós para negar,uma epécie mínima de amor que rege o universo!
Entraste sim,Invadiste muros meus,de amor,de família,de família,de noites em claro, de idas inergúmenas estrada a fora.De amor,que ainda existe,de muitos lados e de diversas maneiras.
Se há uma nova porta aberta certamente fechaste alguma.E me importa como.Me importa como sim!Não pense que sua felicidade pode engolir o mundo.Somos parte dele e cada digital nossa terá consequências em vidas; e essa é a nossa única oportunidade impressa,de marcar o mundo.Não faça dela uma arma química.
Não é mal agouro,não é vingança,é sede.
Quero acreditar que tenho direito pelo o que sentimos.Ainda não dissse pelo que já. Pelo o que um dia será jaz.Pelo que,assumidamente tenho vergonha,de não querer mais sentir.
Era uma adoração inócua,inexplicável,trabalhada a mão,a muitas mãos,de muitos,ambos defeitos.E toda aquela sua preponderância,não era capaz de desfazer toda a sua perfeição.
Entraste,conheceste cada canto absolutamente milimétrico de cada entranha defeituosa,de toda as nossas estruturas.Não éramos 1,éramos toda uma cadeia viva.E somos!Sempre Seremos.
Portas são muros de confiança,que só o amor é capaz de transpor.
Eu senti muito medo.Medo daquela figura,que não tenho medo de dizer,tão amada,se desfazer.Me causando um sentimento tão pobre como não suportar a sua felicidade.Como ter vontade de picar em pedacinhos cada letra radiante do teu dia a dia.Não quero esse medo.Não quero sentir o cheiro do gosto que tem.Odeio café pequeno.
Entendo,entendo a batida nova de cada coração pulsante,entendo de novas chaves em novas portas,de novas oportunidades,de correr novos riscos para encontrarmos o pequeno movimento que nos encaixamos no universo para a conquista do que encaramos como felicidade.Somos livres,sei,bem sei.Ou achamos que somos.
Quem sou eu pra dizer que não tens o direito de fechar uma nova porta?Mas há,e quem somos nós para negar,uma epécie mínima de amor que rege o universo!
Entraste sim,Invadiste muros meus,de amor,de família,de família,de noites em claro, de idas inergúmenas estrada a fora.De amor,que ainda existe,de muitos lados e de diversas maneiras.
Se há uma nova porta aberta certamente fechaste alguma.E me importa como.Me importa como sim!Não pense que sua felicidade pode engolir o mundo.Somos parte dele e cada digital nossa terá consequências em vidas; e essa é a nossa única oportunidade impressa,de marcar o mundo.Não faça dela uma arma química.
Não é mal agouro,não é vingança,é sede.
em um dia de aspas
"As cores do seu lápis é você que clama.O que importa agora,é que somos seres nesse mundo que se dá de narrativas lineares.Respire e escolha boas cores..."
"Queremos notícia mais séria sobre a descoberta da antimatéria e suas implicações"
Nós somos parte de fluxos irreversivelmente reversos de sorte e revés.
um velho amigo,
Rio 02/08/2010 17:58
Penso também sobre tudo o que nos hoje é entranha e mal conseguimos perceber quando foi que tal ideia invadiu a nossa vida e de lá,assim,se fez o que somos.Ou então o que era.Mas o que me pegou mesmo,foi pensar que há tanta víscera nossa que desconhecemos,tantas marcas,lições,vida que já nos é real,que já jaz em nós, mesmo que falemos de andarmos distraídos,e que antes não era nosso com ou sem distração.Há um momento em que,enxergamos proveniente do pensamento,somos seres pensantes,correto?
E ontem te escrevi porque, " Por não estarem distraídos" hoje é visceral.Mas me dei conta de que é tão entranha que eu já não fazia ideia de que muitas coisas vem correndo para dentro da vida e passam a ser,assim como pessoas.
Penso também sobre tudo o que nos hoje é entranha e mal conseguimos perceber quando foi que tal ideia invadiu a nossa vida e de lá,assim,se fez o que somos.Ou então o que era.Mas o que me pegou mesmo,foi pensar que há tanta víscera nossa que desconhecemos,tantas marcas,lições,vida que já nos é real,que já jaz em nós, mesmo que falemos de andarmos distraídos,e que antes não era nosso com ou sem distração.Há um momento em que,enxergamos proveniente do pensamento,somos seres pensantes,correto?
E ontem te escrevi porque, " Por não estarem distraídos" hoje é visceral.Mas me dei conta de que é tão entranha que eu já não fazia ideia de que muitas coisas vem correndo para dentro da vida e passam a ser,assim como pessoas.
segunda-feira, agosto 02, 2010
Revolução pura
"Todo coração, uma célula revolucionária"
LEIA: http://www.cotidianocronico.blogger.com.br/
segunda-feira, julho 26, 2010
quarta-feira, julho 21, 2010
sexta-feira, julho 16, 2010
sem poder, porque é mais místico o que não pode e ainda assim é.
A história na realidade, espreita aquela sentença de que a vida vai começar. Bizarro. Bem Bizarro. Acho que é o começo do movimento de sair daquele universo o qual estávamos totalmente submersos.
Sonhar de novo. Recomeçar. Tudo novo de novo e sem tanta analogia.
Sonhar de novo. Recomeçar. Tudo novo de novo e sem tanta analogia.
Acho que sou um pouco tortura, e sei que você entende e me lê fora dessa resistência de ..., me expor. No sentido pobre da palavra.
Podemos sem saber: Como pode?
quarta-feira, julho 14, 2010
Sem; havia de toda forma ou em qualquer pendência, postura póstuma de ambos: escuridão. Além de escuro, um vazio. Era fundo e sem chão. Mas se era rumo o que faltava a dor desatinava a não findar. Trazia o ponteiro quebrado nas costas sem tempo pra consertar (Aí então, colocou os pés no chão, olhou pro alto e sentiu medo. E sentir o medo era melhor do que tudo, pois só assim chegava a Era em que olhara de frente. E aquela postumidade ainda havia de ser escura. Só pra me desafiar).
quinta-feira, julho 01, 2010
Já parei muito dos meus dias para pensar no que não faz tanto sentido. Sempre tentei fugir daquele medo de que a vida virasse somente minha vida, e vi alguns rostos a minha volta e tive certeza que amava toda a vida que não era minha e as imperfeições que sim, me cercam; e por isso me satisfaziam tanto os meu passos, meio a tudo isso, me via, obviamente, com a minha clareza. Nunca saberemos ao certo a clareza dos outros e quiçá a clareza do mundo.Nós somos parte de fluxos irreversivelmente reversos de sorte e revés.
Haviam noites que eu não sentia tanto medo assim e me questionava quais seriam as reais sombras de minha vida, da minha lua. E sempre que via vidas que perdendo o chão e o sentido, com tanta vontade de ser um não ao mundo, me sentia a pessoa mais nula, impotente, frágil e pequena.
Eu achava e acho injusto que outros olhos não sejam capazes de criar sentido no universo. Há sim muita injustiça em tudo isso. Perdoe meu egoísmo.Me sufoca tanto Eu. Mas quando a gente dá de fato, quer receber.Nossa condição mesquinha. E nesse caso eu quero mais, quero que veja o puta sentido na ligação do homem com o universo.
Haviam noites que eu não sentia tanto medo assim e me questionava quais seriam as reais sombras de minha vida, da minha lua. E sempre que via vidas que perdendo o chão e o sentido, com tanta vontade de ser um não ao mundo, me sentia a pessoa mais nula, impotente, frágil e pequena.
Eu achava e acho injusto que outros olhos não sejam capazes de criar sentido no universo. Há sim muita injustiça em tudo isso. Perdoe meu egoísmo.Me sufoca tanto Eu. Mas quando a gente dá de fato, quer receber.Nossa condição mesquinha. E nesse caso eu quero mais, quero que veja o puta sentido na ligação do homem com o universo.
sexta-feira, junho 25, 2010
Gosto dessas coisas escritas em folha de papel de pão. Sentimentos rasgados, sentimentos em toda sua pemuta de exposição. Ando cansada, velha e cheia desses medos nórdicos.De qualquer forma, ganhei dentro de duas pequenas folhas dobradas, o melhor presente do mundo: o amor.
Para mim o universo pulsa a favor quando penso que há quem pare o tempo pra se dar. Qualquer resquício de desdobramento de alma. E amo esse cheiro velho, das nossas micro velharias que se renovam sempre, em folhas, as vezes até sem lágrimas. Cá estou com medo da vida apertando nas mãos essas letras tão sinceras. Já é hora de trocar de roupa, levantar da cama e observar o sol germicida engolir nossos erros. Me cansam esses medos de horas, de tempos marcados e de insegurança. Pare! Não me importo com a velocidade dos passos. Não conte-os, apenas deixe que sejam, um, outro, as vezes entendo esse caminhar atrapalhado, de dois em dois, sabe se lá da métrica. Não queria enxergar mais panos nos teus pequeninos olhos, convictos sim, do que são. E apenas dizendo: sei mas não quero que sejam, as vezes não somos.E daí? Amo papel de pão. Amo lágrimas, suas risadas tímidas. Tenho medo das cortinas no teu peito, da tua janela entreaberta e daquela luz acesa quando tem que haver escuridão.
Para mim o universo pulsa a favor quando penso que há quem pare o tempo pra se dar. Qualquer resquício de desdobramento de alma. E amo esse cheiro velho, das nossas micro velharias que se renovam sempre, em folhas, as vezes até sem lágrimas. Cá estou com medo da vida apertando nas mãos essas letras tão sinceras. Já é hora de trocar de roupa, levantar da cama e observar o sol germicida engolir nossos erros. Me cansam esses medos de horas, de tempos marcados e de insegurança. Pare! Não me importo com a velocidade dos passos. Não conte-os, apenas deixe que sejam, um, outro, as vezes entendo esse caminhar atrapalhado, de dois em dois, sabe se lá da métrica. Não queria enxergar mais panos nos teus pequeninos olhos, convictos sim, do que são. E apenas dizendo: sei mas não quero que sejam, as vezes não somos.E daí? Amo papel de pão. Amo lágrimas, suas risadas tímidas. Tenho medo das cortinas no teu peito, da tua janela entreaberta e daquela luz acesa quando tem que haver escuridão.
sexta-feira, junho 11, 2010
Posso te falar do tempo
Penso no peso das coisas. Subitamente acordo para a falta de.
Entre miolos tão desmiolados: olho, evoco, despisto e disparo rajadas tão translúcidas quanto o peso de-'de pensamentos', tão somente e muitas vezes subjetivo e muito fatidicamente alienados em mim. Sem críticas tão ferrenhas. Não me leve a mal. Sem papo de professorinha. É hora de ouvir. Ideias de mundo, soltas vagas.
Parei, fitei a cozinha vazia e me soaram todos os badalares de sinos que creio, não quero repetir a minha sonoridade poética, que creio, pronto me repito,- mais não existem, penso na unidade de cada visão de mundo;
Olho pro horizonte de azulejos piamente brancos e relembro que esquecemos da consciência do que não é tão nosso assim. São muros tão visíveis e totalmente incompreensíveis.
do que possivelmente penso, do que vejo, do que é? o que há de haver?
Pestanejo tentando enxergar sobre o que não vejo.É uma saída. Não há uma saída. Acreditemos, somos sim, dentro da minha repetição, parte dela.
Esqueça, as vezes perdemos de forma brutal a percepção.Vez em quando não há ânimo que respeite o que se chama inspiração.
"Posso te falar dos sonhos
De como a cidade mudou
Posso te falar do medo
Do meu desejo, do meu amor
Gosto de fechar os olhos
Fugir no tempo
De me perder "
sem métrica/repetição
sexta-feira, maio 28, 2010
Troca Visível
- sinto que estou juntando minhas coisinhas.
-A Polaroid que me tem, por logo saíra da cabeça. E camadas por camadas desse pensamento, flui, se esvai. - Por fim? O pouco que me cabe, a leve sensação... Sinto que a busca se faz presente à procura de um estado de espírito ideal.
- A fotografia, o retratista, sua língua... A foto que antes lambuzada, alegre e entregue, hoje nem por sonho, sonho mais, e num processo inverso desaparece, fico nu. “agora só resta uma foto que o retratista tirou..."
- Toda chuva santa, lava, limpa ilude e acalma. Da morte, tudo se renova. Chega dos benfazejos, dos que servem para o acalanto da alma. Não há mais falta de visão, nem ensaios do que se foi e como será. O agora, o instante já, dito por outra, é sutil, minucioso, é delicado, por si vale a dedicação. “Diz-me então quem é essa nova mulher. Você sabe como ela é?" sinto sede de seus olhos e me entrego, quero , por mais que fisgue a dor, quero. Não só disso vive o homem. Mas quero! Quase não tenho mais medo do escuro.
- A fotografia, o retratista, sua língua... A foto que antes lambuzada, alegre e entregue, hoje nem por sonho, sonho mais, e num processo inverso desaparece, fico nu. Um homem nu não fica nu por tempo algum, as coisas se transformam, e antes, do frio que sentia resta calor, e um olho que intriga com uma voz que não é desse lugar.
Gabriel Ide
-A Polaroid que me tem, por logo saíra da cabeça. E camadas por camadas desse pensamento, flui, se esvai. - Por fim? O pouco que me cabe, a leve sensação... Sinto que a busca se faz presente à procura de um estado de espírito ideal.
- A fotografia, o retratista, sua língua... A foto que antes lambuzada, alegre e entregue, hoje nem por sonho, sonho mais, e num processo inverso desaparece, fico nu. “agora só resta uma foto que o retratista tirou..."
- Toda chuva santa, lava, limpa ilude e acalma. Da morte, tudo se renova. Chega dos benfazejos, dos que servem para o acalanto da alma. Não há mais falta de visão, nem ensaios do que se foi e como será. O agora, o instante já, dito por outra, é sutil, minucioso, é delicado, por si vale a dedicação. “Diz-me então quem é essa nova mulher. Você sabe como ela é?" sinto sede de seus olhos e me entrego, quero , por mais que fisgue a dor, quero. Não só disso vive o homem. Mas quero! Quase não tenho mais medo do escuro.
- A fotografia, o retratista, sua língua... A foto que antes lambuzada, alegre e entregue, hoje nem por sonho, sonho mais, e num processo inverso desaparece, fico nu. Um homem nu não fica nu por tempo algum, as coisas se transformam, e antes, do frio que sentia resta calor, e um olho que intriga com uma voz que não é desse lugar.
Gabriel Ide
quinta-feira, maio 27, 2010
Novos Dias
São fatias novas
Das mesmas coisas que não entendo
São fatias novas
Das dores que eu já sentia
Das mesmas coisas que não entendo
São fatias novas
Das dores que eu já sentia
quarta-feira, maio 26, 2010
Sempre tive muito medo de só perceber a beleza das coisas, no sentindo mais completo dessa palavra, quando elas chegassem ao fim. Mas aqui consegui viver a maioria de meus dias como se fossem os últimos. E cada um de vocês, de várias e variadas formas, marcaram para sempre minha vida e a minha forma de olhar para o mundo. Se é que me entendem.
Acho o Paulo Coelho um escritor super brega, desculpem, mas é um questão de gosto mesmo. Nunca achei que eu, com minha aspiração a Filósofa e minha pretensão, usaria um trecho dele para dizer até. Mas enfim, ele acabou pulando no meu colo e como não sou de renegar o desconhecido:
“É preciso correr riscos, dizia ele. Só percebemos realmente o milagre da vida quando deixamos que o inesperado aconteça. Deus dá-nos todos os dias – junto com o sol – um momento em que é possível mudar tudo o que nos deixa infelizes. Todos os dias procuramos fingir que não nos apercebemos desse momento, que ele não existe, que hoje é igual a ontem e será igual ao amanhã. Mas, quem presta atenção ao seu dia, descobre o instante mágico. Ele pode estar escondido na altura em que enfiamos a chave na porta, pela manhã, no instante de silêncio logo após o jantar, nas mil e uma coisas que nos parecem iguais. Mas esse momento existe – um momento onde toda a força das estrelas passa por nós, e nos permite fazer milagres. Às vezes, a felicidade é uma bênção – mas geralmente é uma conquista. O instante mágico do dia ajuda-nos a mudar, faz-nos ir em busca dos nossos sonhos. Vamos sofrer, vamos ter momentos difíceis, vamos enfrentar muitas desilusões. Mas tudo isso é passageiro e não deixa marcas. E, no futuro, poderemos olhar para trás com orgulho e fé.”
Acho o Paulo Coelho um escritor super brega, desculpem, mas é um questão de gosto mesmo. Nunca achei que eu, com minha aspiração a Filósofa e minha pretensão, usaria um trecho dele para dizer até. Mas enfim, ele acabou pulando no meu colo e como não sou de renegar o desconhecido:
“É preciso correr riscos, dizia ele. Só percebemos realmente o milagre da vida quando deixamos que o inesperado aconteça. Deus dá-nos todos os dias – junto com o sol – um momento em que é possível mudar tudo o que nos deixa infelizes. Todos os dias procuramos fingir que não nos apercebemos desse momento, que ele não existe, que hoje é igual a ontem e será igual ao amanhã. Mas, quem presta atenção ao seu dia, descobre o instante mágico. Ele pode estar escondido na altura em que enfiamos a chave na porta, pela manhã, no instante de silêncio logo após o jantar, nas mil e uma coisas que nos parecem iguais. Mas esse momento existe – um momento onde toda a força das estrelas passa por nós, e nos permite fazer milagres. Às vezes, a felicidade é uma bênção – mas geralmente é uma conquista. O instante mágico do dia ajuda-nos a mudar, faz-nos ir em busca dos nossos sonhos. Vamos sofrer, vamos ter momentos difíceis, vamos enfrentar muitas desilusões. Mas tudo isso é passageiro e não deixa marcas. E, no futuro, poderemos olhar para trás com orgulho e fé.”
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